Muitas pessoas hoje "queixam-se" e criticam Deus pela Sua falta de atenção para connosco. Deus já chamou a nossa atenção na cruz...

Quinta-feira, 18 de Março, 2010

Cristo aparece como “O Anjo do Senhor”

As aparições do Anjo do Senhor se constituem em Teofanias (aparições de Cristo em presença pré-encarnada). A expressão “Anjo do Senhor” ou “Anjo de Deus”, se encontram mais de 50 vezes no AT.
A primeira aparição foi no episódio de Agar, no deserto (Gn 16.7). Outros acontecimentos incluíram pessoas como Abraão (Gn 22.11,15), Jacó (Gn 31.11-13), Moisés (Êx 3.2), todos os israelitas durante o Êxodo (Êx 14.19) e posteriormente em Boquim (Jz 2.1,4), Balaão (Nm 22.22-36), Gideão (Jz 6.11), Davi (1Cr 21.16), entre outros.
O Anjo do Senhor realizou várias tarefas semelhantes às dos anjos, em geral. Às vezes, suas aparições eram simplesmente para trazer mensagens de Deus, como em Gn 22.15-18; 31.11-13. Em outras aparições, Ele foi enviado para suprir necessidades (1Rs 19.5-7) ou para proteger o povo de Deus de perigos (Êx 14.19; Dn 6.22).

Podemos perceber pela Bíblia que este anjo:
• É um ser divino e não apenas um mensageiro. É declarado “anjo” por seu ofício – um mensageiro ou revelador de Deus (Jo 1.18; Hb 1.2). Ele é o mensageiro do pacto de Deus e nele reside o nome ou a natureza divina. O povo judeu não podia adorar outros deuses (Ex 20.3). Então Sá adoravam a Deus. Todo aquele que era adorado era Deus. Os anjos de Deus não aceitam adoração (Ap 19.10; 22.8,9). O Anjo do Senhor aceitou adoração (Js 5.14). Caso fosse simplesmente “um anjo”, teria proibido a Josué de adorá-lo.
• Este anjo claramente é uma automanifestação de Cristo antes da encarnação. Ele tem prerrogativas de Deus (Gn 16.7-14; 21.17,18; 22.11-18; 31.11-13; Ex 3.2; Jz 2.1-4; 5.23; 6.11-22; 13.3-22; 2Sm 24.16; Zc 1.12; 3.1; 12.8). No entanto, ele é distinto de Jeová (Gn 24.7; Zc 1.12,13). O anjo do Senhor acompanhou Israel na saída do Egito (Ex 14. 19; 23.20) e Paulo afirma que era Cristo (1Co 10.4). o Anjo do Senhor é o Cristo de Deus (Lc 9.20; 23.35). Tem nome maravilhoso (Jz 13.18) – paralelo com Is 9.6. Refere-se a si mesmo como Deus (Gn 22.11-18; Ex 3.2-5; Jz 6.11-23). Ele é anunciado como aquele que virá (Ml 3.1; Mt 21.9)

No NT, não se utiliza o termo “o Anjo do Senhor” como pessoa específica. (troca-se o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um” (Lc 1.11; At 12.7 e At 12.23).

Conclusão

Esta doutrina é da maior importância, pois vemos que Cristo é o Deus eterno, O Filho de Deus que se “fez carne e habitou entre nós”. A nossa salvação não depende da iniciativa humana, mas do irromper do Filho eterno no tempo.
Aqui está a grande diferença do cristianismo para as outras religiões. Todas foram fundadas por homens que passaram a existir quando nasceram nesta terra e deixaram de estar em contato com seus seguidores quando morreram. Cristo, porém, existe eternamente e está conosco todos os dias (Mt 28.20).

Leitura sugerida:

RYRIE, Charles C. Teologia Básica ao alcance de todos. São Paulo: Mundo Cristão, 2004.
CHAFER, Lewis Sperry. Teologia Sistemática. Volume 1&2. São Paulo: Hagnos, 2003.

Carlos Kleber Maia

publicado por Amadeu M. às 20:13

A Preexistência de Cristo
Texto: Jo 1.1-14

Introdução

A Palavra de Deus declara enfaticamente que Cristo já existia antes que viesse ao mundo, antes que encarnasse, nascendo como homem, filho de Maria. Esta declaração, sustentada pelas Escrituras, é prova de que Cristo não é apenas um homem (pois nenhum homem existiu antes de seu nascimento), mas Ele é Deus Eterno e Incriado. A vida do Filho de Deus não “começa” com o nascimento de Jesus. O Cristo visto e acompanhado pelos discípulos na Terra preexistia ou existia antes de se manifestar aos homens; era o próprio Deus.

 

Jesus declarou claramente Sua preexistência

O maior testemunho da preexistência de Cristo vem dele mesmo, pois declara implicitamente e explicitamente a sua condição de existência antes da encarnação.

Jesus declara que desceu do céu (Jo 6.38, 51, 58, 62; 3.13). Ele afirma claramente que existia no céu antes da sua vinda a esta terra. Jesus declara que foi enviado, que desceu, isto implica em existência anterior à sua vinda (Jo 8.42; 13.3; 16.28). Jesus declara que existia antes de Abraão (Jo 8.58). Os judeus perguntam: “Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão?”, indicando claramente que o homem Jesus não tinha idade suficiente para fazer esta declaração, mas o Filho de Deus existia eternamente, o que equivalia a declarar-se Deus e, por isso, quiseram apedrejá-lo (Jo 8.56-59). A expressão “Eu sou” afirma sua eternidade e divindade.

Cristo afirma que já existia em glória antes da fundação do mundo (Jo 17.5,24).

 

Os apóstolos e profetas testemunham isto

Muitos outros textos do Novo Testamento enfatizam a preexistência de Cristo (Jo 1.1,14)
O Prólogo de João (1,1-18) vai da preexistência à encarnação. O Filho preexistente, o Verbo (Cristo) era (existia), numa existência sempre divina e eterna. Estava junto de Deus, existia como Deus. O Filho, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, existe de modo eterno. No princípio, antes do tempo existir, Cristo já existia, era Deus desde a eternidade; é isto, o que se quer dizer com o termo “o Cristo preexistente”. Aqui no meio de nós, o Logos assume uma existência histórica.
Paulo afirma que Cristo já existia como Deus (Fp 2.5-7). O Cristo preexistente, que é Deus, se tornou homem. Afirma também a sua glória anterior quando diz que ele “sendo rico, se fez pobre” (2Co 8.9). Cristo participa ativamente na criação do mundo (Cl 1.15,16; 1Co 8.6), o que exige Sua preexistência.

O Filho, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, é enviado pelo Pai e assume a natureza humana (Rm 8.3; Gl 4.4).

As afirmações sobre a preexistência de Cristo são numerosas. Existem outros textos do Novo Testamento que enfatizam a preexistência de Cristo (Jo 3.16; 7.28-29; 8.23; 20.28; 1Co 8.6; 2Co 8.9; Hb 1.3; 13.8; 1 Tm 3.16; 1Pe 1.20; 1Jo 5.20; Ap 22.13).

O escritor da epístola aos Hebreus afirma sua existência anterior (Hb 13.8) e sua participação na criação (Hb 1.2).

João Batista dá testemunho de que Cristo existia antes dele, embora João tivesse nascido alguns meses antes de Jesus (Jo 1.15,30).

Os profetas dão testemunho da eternidade de Jesus (Mq 5.2; Hc 1.12; Jr 9.6).

publicado por Amadeu M. às 20:10

Domingo, 28 de Fevereiro, 2010

Hoje há muitas pessoas a dizer "Eu sou cristão, mas não gosto de ir à igreja"... as razões para esta afirmação são as mais variadas.

Muitas das justificações dadas resultam de más experiências pessoais, quer com líderes das mais diversas correntes cristãs, quer com os próprios cristãos com que se cruzaram no percurso da vida. Outras com histórias do mesmo teor, com familiares e/ou amigos.

A igreja é ideia de Deus... sem dúvida. Se Jesus nos tornasse filhos de Deus para nos mantermos isolados, sozinhos, não faria sentido Ele ter deixado 11 apóstolos que iram ser a génese da igreja. Não fariam sentido as cartas de Paulo, Pedro, Tiago e João.

Jesus veio para derrubar a barreira individual do pecado, aproximando-nos do Pai... mas também veio para terminar com a barreira global entre Israel e os outros povos, tornando-nos numa só família de pessoas adoptadas pelo mesmo Pai e pelo mesmo valor - a morte de Cristo na cruz. É disso que fala Efésios 2.

Igreja precisa ser uma família. É por isso que nos chamamos irmãos. A ideia de família, como a ideia de corpo, bem representada em várias das epístolas paulinas, deve ser a base de tudo. Podemos não ter um site, não ter equipa de produção de vídeo, não ter grupo de louvor com músicos profissionais, não ter eventos... mas se vivemos em família, temos o principal.

Quando a nossa vida como comunidade se baseia em "extras" e esses "extras" terminam, e não temos a base familiar, o sentido de igreja perde-se. Podemos ficar com a sensação de estar "órfãos", num certo sentido. Mas quando todos os "extras" passam e, no entanto, temos uma relação de família, fica o que realmente interessa.

Eventos, qualidade, estrutura, planos... tudo é importante, mas se o alvo não é o crescimento qualitativo e quantitativo desta família, perdemos o foco. A igreja são pessoas, não são projectos. A igreja são pessoas imperfeitas, que o reconhecem, mas que estão em busca de uma transformação, dia após dia. É no sentido de fazer essas pessoas crescer em Deus e trazer novas pessoas ao conhecimento da verdade libertadora do Evangelho que precisamos agir... sendo família.
 

 

PS: A falta de tempo é mais que muita, por isso fui buscar um texto da Ana Ramalho uma mulher de Deus e uma excelente escritora.

publicado por Amadeu M. às 21:01

Sábado, 20 de Fevereiro, 2010

Estou a ver a luz do sol pela primeira vez em anos. Foram as pancadas da vida que me empurraram para o fundo, me cobriram de tristeza e eu deixei-me ficar aqui, rodeado de mágoas.

Estive escancarado lá fora, à disposição de todos. Sentia-me útil e amado por isso... mas com o tempo enferrujei, fui-me fechando, por sentir que não era isso que me dava valor, o verdadeiro valor.

Passei de moda. Deixei de servir. Já não precisavam de mim. Tiveram outros encantos, outros sonhos, outros tesouros que não o meu.

Perdi o brilho. O caruncho da solidão apodreceu o ânimo que ainda me restava. O desprezo que me tornou numa memória enterrada no meio do nada acompanhou-me todos estes anos.

O buraco da depressão recebeu-me. E aqui me fiquei. Não tinha força para sair daqui sozinho. O peso do vazio que transportava amarrava-me às profundezas da terra. Duvidava se poderia alguma vez soltar-me e recuperar o fôlego. Respirar de alivio. Viver.

Quando comecei a escutar o ritmo de quem escava à procura de um alento para a vida, e a voz que cantarolava uma melodia que desconhecia, fiquei em suspenso.

Alguém deve ter lido nas marcas da superfície algum sinal. Ou deve ter remexido nas memórias de velhos pescadores que na costa reconstruíam as lendas de tesouros e outros mistérios. Seria um curioso? Um grupo de arqueólogos que me dissecariam? Um aventureiro? Um sonhador? Quem estaria interessado numa arca a cair de podre, com velharias e sem histórias para contar?

A canção parou. A pá tocou-me. Duas mãos puxaram-me para fora. Depois de um murmúrio, desmantelaram o cadeado. Abriram-me e suspiram: “Que lindo! Vês como brilha? Uau!”.

O maior tesouro que Deus nos dá é a nossa própria vida. As nossas decisões erradas, os problemas que deixam rasto no nosso coração, a falta de força para mudar de rumo, e muitas outras coisas, podem fazer com que a arca do tesouro se feche e nos esqueçamos.

Mesmo que a tua vida seja uma história que não tens coragem de contar a ninguém, és alguém que Deus quer conquistar. Ele deseja tratar do teu coração, da tua alma. Quer que reconheças que mesmo sem valer nada, vales a pena!

Nas mãos do nosso Pai amoroso, somos moldados, limpos, valorizados. Quando nos vemos como o Pai nos vê, começamos a investir naquilo que o Pai também investe: em nós. Não numa perspectiva individualista, egocêntrica, mas como resposta amorosa Àquele que nos criou e nos desenterrou dos nossos desalentos e pecados, para nos colocar num lugar que nunca mereceremos – a Sua família.

 

“Vocês sabem que Deus pagou um preço para vos livrar daquela forma inútil de vida que receberam, por tradição, dos vossos pais; e esse resgate pagou-o não com ouro ou prata mas com o precioso sangue de Cristo, o cordeiro de Deus, sem pecado e sem mancha” (1 Pedro 1:18-19, versão “O Livro”)

 

 

Ana Ramalho

 
publicado por Amadeu M. às 21:47

Sábado, 06 de Fevereiro, 2010

 

 

Esta música expressa sentimentos pessoais, mas faz ao mesmo tempo um paralelismo social. O olhar para o mundo, para fora do quadro geral dos sentimentos de quem compôs a canção, representa em 3 versos o estado da alma de muitos.

 

“Lá fora, o vento, nem sempre sabe a liberdade / gente perdida balança entre o sonho e a verdade / foge ao vazio, enquanto brinda, dança e salta...” 1

Um mundo embrulhado em papel de fantasia, de sonho e glamour, mas despido de autenticidade, segurança, compromissos a longo prazo.

Na fuga do vazio, que descobrimos num momento de pausa, na partida de alguém próximo, na destruição do futuro como um baralho de cartas, brindamos, pulamos, tentamos esquecer.

Entre o sonho e a verdade. Entre o que idealizamos e a realidade. É certo que podemos ter tudo, mas sentir-nos nada. Podemos conquistar o mundo, mas nunca ser conquistados numa plena aceitação de quem somos e do que em nós precisa ser transformado.

Somos livres para correr de um lado para outro, à procura do equilíbrio entre o que esperamos e o que somos. Aceleramos o ritmo, preenchemos a agenda de encontros passageiros, mergulhamos numa rotina social efémera, à procura de preencher-nos, de nos realizarmos.

Onde é que a minha vida me tem levado? Se estou perdida na minha fuga, em pânico, pelo vazio de esperança que me corrói nos momentos em que penso como o sentido de existir se perdeu, sem querer mudar uma vírgula no guião dos meus dias, o mais certo é acabar indiferente a mim mesma, aos outros, a Deus.

Alguém disse que a melhor forma de sermos encontrados é quando estamos perdidos. Mas é necessário assumirmos onde estamos e como estamos.

De facto, só procuramos o mapa quando queremos ir para um certo sítio e não sabemos como. Só tentamos outro caminho se entendermos que o presente não nos leva a lado nenhum.

Encontramo-nos quando entregamos de livre vontade a chave do nosso coração e pedimos a Jesus para fazer uma “limpeza geral”, em que o perdão e a reconstrução da vida são coisa certa.

Encontramo-nos quando nos perdemos nos braços do Pai, dia-a-dia, numa proximidade única, real, suficiente.

Encontramo-nos se formos gente que se assume perdida, e descobre que pode ser encontrada como está, como é, para se tornar na gente que Deus deseja – melhor, mais feliz, mais saudável, acima de tudo, mais amada.

Eu fui encontrada. E tu?

Porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se. (Lucas 15:24)

 

Ana Ramalho


1Excerto da letra do tema “Gente perdida”, letra e música de Mafalda Veiga

http://anaramalho.webnode.com.pt/news/gente-perdida/

 

publicado por Amadeu M. às 17:16

Domingo, 31 de Janeiro, 2010
 

Jesus contou uma história em Lucas 16:19-31 sobre um rico mesquinho e um mendigo justo que morreram.

 

Jesus descreveu a vida deles após a morte. Lázaro, o mendigo, estava no paraíso, no conforto do seio de Abraão. Mas o rico ficou sendo atormentado pelo fogo contínuo. Ele pediu que Abraão enviasse a Lázaro para esfriar a sua língua, mas Abraão disse que era impossível, por haver um abismo intransponível entre eles. Então pediu que Abraão deixasse Lázaro voltar para avisar os irmãos dele, a fim de que não fossem também para aquele lugar horrendo. Ele achava que, se Lázaro ressuscitasse, seus irmãos creriam. Mas Abraão respondeu dizendo que, se eles não creram em Moisés e nos profetas, não acreditariam se alguém ressurgisse de entre os mortos. Aliás, não muito depois Jesus ressuscitou outro Lázaro e poucos acreditaram.

 

Há lições nessa história:

 

1. Seremos julgados pelo nosso procedimento em vida.

 

2. O tormento do inferno é terrível. Às vezes se fala de experimentar o “inferno na terra”, mas quem diz isso não tem a mínima idéia do que seja o inferno na verdade. Alguns se recusam a obedecer a Cristo dizendo que, se os seus entes queridos estão no inferno, querem unir-se a eles lá. Mas ninguém no inferno deseja que mais alguém vá para lá.

 

3. Há um abismo intransponível entre o paraíso e o tormento. Assim, ao morrer, o meu destino é selado. Desde a hora em que morrer, serei consolado ou atormentado para sempre.

 

4. Devemos ouvir o testemunho que a Palavra de Deus dá. Muitos acham que seria mais fácil crer se pudessem presenciar um milagre ou uma ressurreição. Mas, de acordo com Abraão, se não cremos na evidência das Escrituras, não creríamos se observássemos um milagre ocorrer.

publicado por Amadeu M. às 20:32

Sábado, 30 de Janeiro, 2010

A nossa indiferença pode levar a uma crise de pertença... e a uma perda espiritual tremenda... quantas vidas nos passam entre os dedos?


Muitas vezes transformamos o "Ide" em "vinde"... é muito confortável ser sal no saleiro!


O segredo é sermos simples e profundos... mas às vezes somos superficiais e complicados.


Evangelizar é um caminho, não um momento.


O cristão segue em contra-mão em relação ao sistema... mas cuidado: não é aos encontrões que conquistamos companheiros de viagem.


Ser filho com mentalidade de servo é tão mau como ser filho com mentalidade de ditador, mas os sintomas são diferentes!


Ser filho de Deus. Não basta nascer, é preciso crescer. O teu alimento determina também o teu crescimento. O que comeste hoje?


Decidir pode ser penoso, especialmente quando temos que assumir que precisamos inverter o nosso caminho. Vale a pena escolher DEUS!


Quando temos a ousadia de dar a conhecer aos outros a nossa intimidade com Deus, caímos no enorme risco de atrairmos outros a tentar descobri-Lo.


A perfeição é um objectivo, não um método.


Não imaginamos como o que escrevemos pode dar vida ou matar, construir ou destruir. Deus, dá-me sabedoria para falar.


Os tempos de espera, de decisão, de confronto e paciência preparam-nos para suportarmos a coroa dos momentos de glória com humildade.


Para fazermos mudanças não precisamos só de caixotes e fita cola... precisamos de muita força de vontade. Na vida, é a mesma coisa....


Esperar e alcançar... ou desesperar e remendar?


O que fazes com o tempo? E o que é que o tempo faz de ti?

 

http://anaramalho.blogspot.com/search/label/frases

publicado por Amadeu M. às 20:51

"Através das palavras de João encontramos Jesus como alguém com quem nos identificamos, mas que tem em si mesmo uma resposta e uma solução para o homem necessitado" Pedro Figueiredo, A Questão do Logos, Revista Lusófona de Ciência das Religiões


"Quando sabes que Deus te ama, não ficas desesperado pelo amor dos outros. Não mais serás um comprador faminto no mercado. Já foste à mercearia de estômago vazio? És um alvo fácil. Compras tudo o que não é preciso. Não importa se é bom para ti - queres apenas encher a barriga. Quando és solitário, fazes o mesmo na vida: apanhas coisas na prateleira, não porque precises delas, mas porque estás faminto de amor." Max Lucado, Aliviando a bagagem, Editora Vida (adaptado)


"Por vezes temos uma noção de graça de Deus muito interessante. Graça para nós, justiça para os outros!" Pr. João Martins, XXI Conferência do Desafio Jovem, Lisboa, 29 Julho 2009


"Nosso conhecimento parcial e distorcido dos fariseus pode nos levar a aplicar as Escrituras de forma equivocada e, o que é ainda pior, a aprofundar o dano espiritual para a igreja e para cada um de nós. Se criamos uma falsa imagem dos fariseus e falhamos em ver o quanto nos assemelhamos a eles, podemos nos furtar de alguns dos ensinamentos mais pretinentes das Escrituras." Tom Hovestel, A neurose da religião, Hagnos

 

Texto retirado do blogue:

ttp://anaramalho.blogspot.com/search/label/João Martins

publicado por Amadeu M. às 20:43

O título é bastante explícito e até pode ser polémico... A constatação que faço é que estamos perante uma real deficiência da perspectiva do que é ser cristão pentecostal. Em termos globais, constatamos isto no panorama geral da Igreja, sendo o reflexo da crise de cada crente a nível individual, quer seja líder ou não – e isto inclui-me a mim. Não sou perita em Teologia, nem em História da Igreja, mas quando comparo o livro de Actos dos Apóstolos à realidade do movimento pentecostal no nosso país, de uma forma geral, verifico que existem disparidades e diferenças. A distorção daquilo que é o cristianismo toca todas as áreas, incluindo esta de tanta importância para nós – os Pentecostais. Vivemos mais do que nunca a igreja do “eu” e não a igreja do “nós”. A experiência pentecostal deveria ser para edificação pessoal, sim, mas sempre tendo em vista a ousadia para sermos testemunhas e também edificar a igreja. Mas o facto é que se foi tornando numa experimentação de sensações passageiras, de calendário marcado, em prol de uma satisfação pessoal. Este ano comemora-se o centenário do reavivamento pentecostal. Muito se tem escrito acerca do assunto e ainda bem! Todos, de todas as idades, de todas as gerações, que nos intitulamos Pentecostais precisamos realmente parar para reflectir na História e agir... se não queremos passar à história. Devemos ter o devido equilíbrio em tudo, obviamente, e não estou aqui a tirar o valor de todas as restantes áreas importantes para que a Igreja seja saudável – como um sólido conhecimento doutrinário, a santificação, a consagração, a evangelização, as missões, a acção social, a estruturação e organização da igreja, entre outras. Mas, sejamos honestos, o intitulado Avivamento da Rua Azusa, nos Estados Unidos, despoletou uma explosão evangelística e missionária sem precedentes que alcançou todos os continentes... hoje somos mais de 500 milhões em todo o planeta. Para termos isto, o Pentecostes antes de tudo - como obediência Àquele que nos chamou (Actos 1:8). A sociedade pós-moderna do imediatismo formatou-nos para um “aqui e agora” arrepiante, mas neste caso não existem formulas mágicas, nem métodos tipo interruptor – basta ligar. Nem podemos viver como saltimbancos em busca de sentimentos alucinantes mas fúteis, como balões de oxigénio que fornecem sobrevivência até ao próximo retiro que leva às lágrimas e ao compromisso descartável, ou ao encontro imediato com um pregador especial que nos diz aquilo que nos faz sentir os maiores do mundo, sem prever condições. Precisamos deixar a apatia espiritual da religiosidade pentecostal "não praticante", alienados pela fartura material insaciável e inatingível, sabedores da letra, adormecidos na berma da estrada enquanto criticamos tudo o que vimos em movimento e nos chama a atenção e a reacção. Voltemos simplesmente à Bíblia... deixemos Deus governar de novo as nossas prioridades individuais e comunitárias e não fiquemos satisfeitos com aquilo que temos alcançado na nossa caminhada espiritual. Rasguemos o nosso coração na presença de Deus diariamente, como servos sedentos do Seu Espírito para ir, falar do Evangelho e ser instrumentos de Deus na realização dos sinais por Ele prometidos. Sejamos consumidos pelo desejo de ser transformados pelo fogo do Espírito, guiados, consolados e exortados por Ele. Menos dependentes dos nossos métodos e mais dependentes do Poder de Deus para tudo. “Neste assunto não há acepção de pessoas ou de igrejas, todos, sem excepção, precisamos de admitir com humildade e contrição que estamos muito aquém da experiência Pentecostal que incendiou o mundo há cem anos atrás. Se não acordarmos para enfrentar este desafio, corremos o risco de, em vez de um Movimento, nos tornarmos, cada vez mais, num monumento.” Pr. Luís Reis Na Obreiro – Janeiro 2007 A Graça de Deus é a mesma e o Seu favor para connosco está disponível tanto para a salvação como, neste caso, para uma vida inundada e transbordante do fogo contagiante o Espírito Santo. Podemos contar com Ele - para saciar a nossa sede espiritual continuamente e para nos tornar incendiários de vidas e gerações... mas a decisão é sempre nossa. O Espírito Santo continua a ser "cavalheiro" quanto às nossas opções. Sejamos Pentecostais Praticantes, não por tradição mas por experiência e vivência – a começar em mim.

Este texto foi retirado do blog:

http://anaramalho.blogspot.com/search/label/religiosidade

publicado por Amadeu M. às 20:37

Sexta-feira, 29 de Janeiro, 2010

 

 

publicado por Amadeu M. às 18:01

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